sábado, 24 de junho de 2017

NA TERRA DA FELICIDADE


Ao som da música italiana Eu fecho mais uma semana Com o sabor do dever cumprido Que voz mais feminina e pura Uma doze de romantismo e candura Que suaviza o meu ouvido E assim dá para tocar a vida Não existe outra saída Que não seja entre o amor e a paz E assim a inspiração desse correndo E a minha mão vai escrevendo E vai deixando para traz A imagem de um poeta louco Que pela idade caduca um pouco E em tudo vê romantismo Como se não houvesse maldade É, eu vivo na terra da felicidade E não abandono a tôga do otimismo! Escrito as 10:11 hrs., de 24/06/2017 por Nelson Ricardo

sexta-feira, 23 de junho de 2017

A PROCURA DO DOCE ENCANTO


Se estou no meio do caminho Me sentindo assim sozinho É porque a solidão me acompanha Ainda não entendi a vida E toda essa estrada percorrida Me mostra a vontade tamanha De percorrer outro tanto Sem cair no desencanto De não encontrar quem procuro Então quero ser breve Pra fugir do frio da neve Porque tortura eu não aturo Quero encontrar o paraíso E por isso eu tanto preciso Dar a alguém uma flor É por isso que prossigo a procura De um primor de doçura Eu procuro pelo meu amor! Escrito as 19:59 hrs., de 23062017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 22 de junho de 2017

MORENA FLOR


Cantando na chuva ou no sol Eu vi um pé de gira sol Que brotava no meio do nada Eram os teus olhos morena A matéria prima deste poema Eu te quero como minha namorada Para esquentar o meu corpo Pois necessito to teu conforto Dia e noite e noite e dia Nas madrugadas escuras Farei tu subir nas alturas De tanto prazer e alegria Minha vida não tem sentido Não tenho se quer dormido Com a tua ausência morena flor Eu não vejo outra saida O combustível da minha vida É você minha amada meu amor! Escrito as 15:42 hrs., de 22/06/2017 por Nelson Ricardo >

ESTRELA CADENTE


Tudo bem muito bonito Eu chego com o intuito De ganhar-te como presente Acho você linda de mais Tão brilhosa como os vitrais Ou até uma estrela cadente Que calor que neste instante eu sinto Que eu queria tomar um cálice de absinto Para ver se pego no tranco Estou queimado do sol Porque fui jogar futebol E tropecei num barranco Agora estou me sentindo tão solo Deixa eu por a cabeça no teu colo O meu elixir são os teus carinhos Vão aqui os meus apelos Quero acariciar teus cabelos E sentir o néctar de teus beijinhos! Escrito as 13:42 hrs., de 22/06/2017 por Nelson Ricardo

LÁGRIMAS DE AMOR


Pois é, os caminhos têm espinhos Mas também têm passarinhos E flores na primavera gentil Os caminhos têm o fogo do inferno Agora estamos no frio do inverno Principalmente no sul do Brasil E gelado está o meu corpo Pela falta do calor do conforto Que você deixou de me dar É sem dúvidas, uma tristeza Mas ainda aprecio a beleza Da saudade de te amar É que você as vezes se solta E sai para dar uma volta Fica longe fazendo sei lá o quê, E me deixa aqui no computador Chorando triste de amor E cansado de olhar tevê! Escrito as 09:23 hrs., de 22/06/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 21 de junho de 2017

CABELOS ENCARACOLADOS


Com essa beleza pura Um belo pote de candura Cabelos encaracolados Antes que o sol desapareça Eu mergulho de cabeça Com os lábios ressecados Pra te pegar na rede Quero matar a sede Do doce mel dos teus beijos Balsamo nobre do prazer Vamos juntos estremecer Ao saciar nossos desejos Pois tudo isso é possível Numa noite inesquecível Pra quem está apaixonado Nada mais nos interessa Nosso amor é bom a bessa Quando estamos lado a lado! Escrito as 15:45 hrs., de 21/06/2017 por Nelson Ricardo

O FRUTO DO SONHO


Se o pensamento vai pro ar Então que eu me ponho a sonhar Mesmo que acordado esteja O sonho se reproduz na tela E eu curto a vida tão bela O coração pulsa e lateja Vontade de sair pra fora O que a razão não ignora E a gente então enlouquece E solta o verbo pro ar Atiro-me n’água pra nadar E que a memória nunca esquece Aquela mulher ali parada Completamente pelada É minha amada que aparece Se joga e me enche de beijos E me atormenta de desejos E o fruto do sonho acontece! Escrito as 09:57 hrs., de 21/06/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 20 de junho de 2017

ETERNAMENTE MINHA


Vou empreender uma viajem Se de fato ou miragem Isso eu não sei te dizer Minha nave está esperando E eu já vou embarcando Só pra ir te conhecer Ou melhor, eu já te conheço Só não sei se te mereço Quero bancar o bonzinho Eu vou em busca de paz Porque esta solidão me traz A falta de um bom carinho E isso é você que tem Não vejo mais alguém Tu és sempre uma rainha Chega de tanto castigo Quero-te aqui comigo Para ser eternamente minha! Escrito as 14:58 hrs., de 20/06/2017 por Nelson Ricardo

HISTÓRIA DE AMOR QUE NÃO FINDA


Vou chegando de mansinho Percorrendo o meu caminho Para chegar perto de ti Já encosto meu carrão Na frente o teu portão Pronto, já estou aqui Tu cuidas de mim na porta Leva a mão ao cabelo e solta Que fica pra mais de linda Que sempre você esteja E a gente se abraça e se beija Numa história que só finda Provavelmente nunca Eu moro numa espelunca Foi assim que o destino quis Vamos morar num lugar Que eu possa te amar mulher E sermos pra sempre feliz! Escrito as 09:35 hrs., de 20/06/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 19 de junho de 2017

JURAS DE AMOR


De volta então à escrita Por que agora me palpita Que a inspiração desceu Estou fazendo o meu relato Com pipoca quente no prato Porque foi o frio que apareceu O inverno batendo a porta Mas nada disso importa Se meu cobertor é de orelha Coisa cheirosa e caliente Eu acordo ao sol nascente Com o orvalho molhando a telha O som que vem da floresta Com os passarinhos em orquestra Cantando em minha janela Abraçado ao cobertor Trocando juras de amor Esta coberta é gostosa e bela! Escrito as 16:42 hrs., de 19/06/20167 por Nelson Ricardo

PLANETA SEM DONO


Estou num silencio profundo Aqui no começo do mundo Deste planeta sem dono Da humanidade sem rumo Que sempre leva fumo E rodopia ao abandono De um coisa que não tem jeito De um algo que foi mal feito E agora conserto não mais tem Todo mundo manda um pouco E o povo cada vez mais louco Por certo, algo logo vem O homem atira no próprio pé E a muito perdeu a fé E tudo está por se perder E então o que é que se faz Será que ninguém é capaz De algo de bom promover? Escrito as 12:06 hrs., de 19/06/2017 por Nelson Ricardo

domingo, 18 de junho de 2017

SE CHEGO EM CASA CANSADO


Se chego em casa cansado Coloco um disco usado Dos anos setenta e poucos Dos longos cabelos compridos Música romântica aos meus ouvidos Cantada por três ou quatro loucos E quando a noite chega Pego no colo minha nega E me tranco nos aposentos Aí então eu fico mudo Você quer que eu conte tudo? Então leia nos documentos Dentro de uns vinte anos Informado por sicranos Talvez eu já tenha ido embora Morando do lado de lá Eu te paço uma mensagem pra cá Ou você apaga tudo e ignora! Escrito as 03:03 hrs., de 19/06/2017 por Nelson Ricardo

sábado, 17 de junho de 2017

TO CANSADO PRA BURRO


To cansado pra burro Hoje só dei murro E apanhei da própria vida Agora desacorçoado Estou aqui sentado Lambendo a dor da ferida Recebi o meu salário Reparei que sou otário Que sou pouco mais que nada Pois dei duro a vida inteira E sem um vintém na carteira Estou de alma frustrada Num mar de corrupção Governo rouba a nação E a máfia governa o país Um verdadeiro deus nos acuda Vem eleição e nada muda Assim não dá pra ser feliz! Escrito as 19:58 hrs., de 17/06/2017 por Nelson Ricardo

MEIO DIA E DEZ


Agora são meio dia e nove Acho que tão sedo não chove Ta fazendo um calouraço e tanto Eu peço, uma música, por favor Romântica que fale de amor Que então eu visto meu manto De bonzinho e carinhoso Desses metido a gostoso Segundo meu amigo espelho Carrego no meu bolso direito Um lensinho dobrado com jeito Feito de seda e vermelho Para enxugar as lágrimas dela Que é e sempre será a mais bela Outra mais linda ta pra nascer Mais agora chega de prosa Porque hoje eu desfolho a rosa E mostro a ela o que é prazer! Escrito as 12:33 hrs., de 17/06/2017 por Nelson Ricardo

sexta-feira, 16 de junho de 2017

DOCE QUE NEM MERENGUE


Senta-te ao computador E degusta dessa flor Já temperada no prato Com sal, vinagre e pimenta Vai que teu organismo agüenta E depois apresenta um relato Que tu és macho de primeira linha Aí então pede pra tua rainha Que te faça um pouco de dengue Peça que sente no teu colo Deitem-se no tapete ao solo Porque ela é doce que nem merengue Deixa comigo querido mano Que tenho instinto um pouco insano Mas que derreto tal qual mantega E é hoje que o bicho pega Aos meus carinhos ela se entrega E eu faço amor com minha nega! Escrito as 17:43 hrs., de 16;06/2017 por Nelson Ricardo

O CHINELO VELHO DA VIDA


Há de dar certo se Deus quiser Não sou um pau seco qualquer Eu me alimento de brotos de flor Minha casa é um barraco mal feito Vivo no mundo de qualquer jeito O que importa é que tenho amor Por alguém que cuida de mim Foi para explicar tudo que vim Dizendo o que o coração diz Ela é uma morena retaca Que não se vende por qualquer pataca E jura que é muito feliz E que a sua felicidade sou eu Porque o velho pai reconheceu Que era isso que eu merecia Encontrar o chinelo velho da vida A morena de saia cumprida Perola encantada e querida! Escrito as 10:58 hrs., de 16/06/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O MENESTREL REI DA RUA


Ando triste amargurado Pelo mundo abandonado Sem um teto pra morar Vestindo trapos imundos Protótipo dos vagabundos Dormindo ao relento do luar Pelas ruas e praças da vida Porque sua amada querida Meteu-lhe um pé na bunda E colocando na rua da amargura Porem ele carrega a ternura E a ama de uma forma profunda Vive recitando poesias Ao clamor das utopias O menestrel rei da rua Já com idade empoeirada E ao clarão da madrugada Se acha o namorado da lua! Escrito as 17:30 hrs., de 15/06/2017 por Nelson Ricardo

DUAS E POUCO


Duas e pouco me dá sono Estou sentado no trono No tear de tecer palavras Construindo linhas rimadas Com estrofes bem montadas Em poemas de próprias lavras O entardecer daqui a pouco Eu risco um fósforo num touco Que sobrou das tantas velas Que clarearam o meu passado Quando varei para este lado Nos navios de caravelas Dos barcos de antigamente Hoje o coração sente Que a ternura por aqui morreu Eram negócios tratados E casamentos encomendado Onde o amor se quer nasceu! Escrito as 14:38 hrs., de 15/06/2017 por Nelson Ricardo

RUMO AO FUTURO INCERTO


Rumo ao futuro incerto Eu quero chegar mais perto Sem queimar o fusível A minha nave tem asas E voará por cima das casas Eu penso ser possível E não me chamem de maluco A hora que bater o cuco Do relógio da parece Eu ligarei os motores Deixando o jardim de flores Levando comigo a sede De beber de outras águas Sem poluição e sem magoas Onde ouvirei o som dos banjos Dos mais distantes planetas E o soar de mil cornetas Na festa celestial dos anjos! Escrito as 10:12 hrs., de 15/06/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 13 de junho de 2017

A LUZ DA MINHA VIDA


Acendem-se os faróis da vida Hoje terei que dar uma saída Pra ir visitar o meu amor Que mora no leste da cidade Lá bem no bairro da felicidade Irei num carro a motor Um modelo lindo e conversível Nele eu sou invencível Aposto qualquer corrida Toda vez que eu ligo o motor Eu penso no meu grande amor Ela que é a luz da minha vida O sereno e a brisa da manhã Meu gostoso chá de hortelã Vou pedi-la em casamento Comprar uma cama de casal Para o casório antes do natal Chega de solidão e sofrimento! Escrito as 18:06 hrs., de 13/06/2017 por Nelson Ricardo

QUATRO E QUARENTA E TRÊS


Já são quatro e quarenta e três A tarde então se fez Linda e ensolarada Como os anéis de ouro do sultão Eu vou pra lá então Porque a festa ta formada É o banquete da princesa Com a reunião da realeza E a criadagem que serve Tem bebida pra dar com um pau E hoje eu saio mamau No momento o taxo verve Eu vou roubar a picuxinha Pra transformá-la em rainha Dona do meu coração E cavalgar no meu corcel Na eterna lua de mel Eu sou o rei da sedução! Escrito as 14:55 hrs., de 13/06/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

ASA BRANCA SONHADORA


Quanta saudade que eu sinto agora Quando saístes porta afora Ao som de Anísio Silva Tudo então foi ilusão Apunhalastes meu coração Não há nada que te sirva Como prova de lealdade Eu te dou a liberdade Asa branca sonhadora E volte quando quiseres Eu não quero outras mulheres Minha loira sedutora Pedaço de bom caminho Traz de volta o meu carinho Que esta casa é sempre sua Somos um casal que se ama Vamos namorar na cama Deixando entrar o clarão da lua! Escrito as 16:39 hrs., de 12/06/2017 por Nelson Ricardo

AI MINHA ORELHA


No momento estou sem mani Então a orquestra Montovanni Dá o tom do meu silencio Estou mexendo num teclado Eu já fui apaixonado Pela filha do tio Florêncio Ele me torceu a orelha E levando o assunto em parelha Torceu a dela também Foi dele tamanho engano Eu tinha apenas dezesseis anos E não intencionava ninguém Ela era tão bonitinha Uma nobre princesinha Pedindo pra ser amada Não resta dúvida, tão bela Não queria nada com ela Eu já tinha namorada! Escrito as 11:22 hrs., de 12/06/2017 por Nelson Ricardo

domingo, 11 de junho de 2017

A PILULA DO AMOR


Se alguém de mim goste Que por favos se encoste Venha chegando de vagar Assim como quem não quer nada Agora estamos em alta madrugada E eu estou a vagar Tal qual um vaga lume Quero sentir o seu perfume Na calada da noite Você vai ler o meu recado E sentir que estou abandonado E o abandono é um açoite Pode ser loira ou morena Quero te fazer um poema Venha atender meu clamor Tirar-me do triste abandono E devolver-me o bendito sono O meu remédio é a pílula do amor! Escrito as 02:26 hrs., de 12;06;2017 por Nelson Ricardo

sábado, 10 de junho de 2017

LÁBIA POETEIRA


Eu vim aqui fazer uma pelesia Que não tem nada de utopia Mais o tacho vai ferver E chega de tantas grossuras Vamos falar de ternuras Porque hoje eu quero te conhecer Saber o que tens por baixo E aonde é que eu encaixo Minha boa lábia poeteira Eu sou tem anjo encantador E vim fazer proposta de amor E você é uma morena solteira Cheias de encantos mil A mais linda do Brasil E da América Latina E chega de lero lero Pois tudo o que mais quero É você linda menina! Escrito as 20:33 hrs., de 10/06/2017 por Nelson Ricardo

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A DAMA DA NOITE


A dama da noite está de vermelho Alma gêmea do espelho Que outrora já foi minha Hoje sai com todo o mundo Caiu num poço profundo Ela que um dia já foi rainha Abusa de tamanha beleza Dança, bebe e também fuma Não sabe ela que a vida é curta Essa é uma felicidade passageira Deixou de ser minha eterna companheira Fazendo da noite sua labuta E por isso eu vivo bebendo Perdidamente escrevendo As rimas de um peito rejeitado Dormindo numa sarjeta qualquer Eu arrasto um bonde por essa mulher Pela qual sou eternamente apaixonado! Escrito as 20:42 hrs., de 09/06/2017 por Nelson Ricardo

ENTRE LIVROS E CADERNOS


Procuro ter o espírito ético E proceder um mergulho poético Nas manhas do dia a dia Porque nasci para poetar Então preciso me concentrar Agindo no clamor da harmonia Fim de semana chegando E eu me preparando Para não fazer nada de novo A não ser escrever poesias Um misto de teatro e heresias Pra testar o clamor do povo Vivo entre livros e cadernos Hoje nos tempos modernos Não sei mais do que escrever Estou meio sem inspiração Vou pegar o meu violão Quem sabe eu toque uma canção! Escrito as 09:17 hrs., de 09/06/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O GRITO DA ALMA


Bem, a noite vem chegando E eu já estou me preparando Para as delícias de mais uma noitada Aqui quase na ponta do mundo Sou um pobre poeta vagabundo Sempre vagando na noite enluarada Sou representante de uma era O broto seco da ultima primavera Eu sou o último grito da alma Que chora pela ausência do amor Que existiu e foi o néctar da flor Que voou ao vento de minha palma Quando eu cantava o mal me quer Querendo mergulhar no sonho de uma mulher Que foi minha quando pequenina O tÍtulo da música da Perla Mas depois eu me recolhi na caverna E ela foi-se embora pra Argentina! Escrito as 17:34 hrs., de 08/06/2017 por Nelson Ricardo

AO SOM DA VITROLA


Se ouço músicas de raiz Olha só o que eu fiz Liguei o disco na vitrola E Fran Porcel está tocando E eu aqui digitando Enquanto a música assola Suavemente os meus ouvidos Chego quase perder os sentidos De tanto inebriado que fico Embarco numa viajem sem volta E o meu coração se solta Pelo momento mui rico Esta vida sei que vale a pena E olha só que lindo poema Que brota como uma flor Com suas folhas coloridas Então eu celebro a vida Em nome do mais puro amor! Escrito as 10:01 hrs., de 08/06/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 7 de junho de 2017

AMOR SOB MEDIDA


Estou guardando o seu lugar Pra hora em que quando chegar Tapete vermelho na sala Quero estar vestido de terno E num linguajar bem moderno Você ouvirá a minha fala Brindaremos com água sem gás E com meu beijo muito sagas Nossa banheira para a hora do amor Com lindas espumas voando pelo ar Então, pedirei sua mãozinha pra casar No cartório ou seja lá onde for Quero te fazer muito feliz Porque o meu anjo me diz Que temos que trocar um sim Porque é a coisa mais direita Visto que você foi feita Sobre medida pra mim! Escrito as 16:19 hrs., de 07/06/2017 por Nelson Ricardo

AS LETRAS DA FELICIDADE


O amor não morre já mais Verdadeiras coisas capitais O amor, a paz e a paixão É a trindade nossa do bem No meio dessas coisas não tem Desavença,ódio e traição Por isso eu venho plantar uma flor Para reverenciar o amor A toda a humanidade da Terra Selemos o mundo com abraços e beijos Suco de uva, amêndoas e queijos Apagando pra sempre a palavra guerra Viva eu, viva você e a humanidade Vamos semear as letras da felicidade Porque só a poesia constrói Por isso pelo seu amor eu imploro Se você virar as costas pra mim eu choro E a dor da saudade é o que mais dói! Escrito as 14:04 hrs., de 07/06/2017 por Nelson Ricardo

O CHOFER BONITÃO


Música romântica com certeza Dá a vida um ar de beleza Enriquece o próprio ambiente Para nunca mais chorar Como Wanderléia a cantar É a lembrança latente Daqueles anos setenta Eu que já passei dos quarenta E que gosto de balas de mel Tenho um carro tracionado E a loira sempre do meu lado Que responde pelo nome de Bebel Eu sou o chofer bonitão Que ao dirigir meu carrão Juro que não tem pra ninguém Feliz por todos os meus sentidos To indo para os Estados Unidos No início do ano que vem! Escrito as 11:00 hrs., em ponto de 07/06/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 6 de junho de 2017

OS CHURROS ITALIANOS


Gostosos churros italianos Que eu comi já faz anos Na praça central de Roma Servido na hora e quentinho Queimamos a boca um cadinho Estávamos eu mais a Paloma Brasileira por lá radicada Linda loira oxigenada Que nos conhecemos por acaso Lembro ela com cara de choro Sorriu ao ser pedida em namoro Foi que então ela me deu um prazo Para a consumação do ato Então fomos para o meu quarto E a gente queria cada vez mais E ela ficou na decepção Vim embora, peguei o avião E adeus loira para nunca mais! Escrito as 16:17 hrs., de 06/06/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 5 de junho de 2017

QUANTA SAUDADE


Quanta saudade que tenho Neste momento eu venho Ouvir a música do Roberto Desde sessenta e poucos Aqueles cabeludos loucos Eu nunca saí de perto Do Erasmo e da Wanderléa Sempre estive na platéia Ainda que tão distante Assistindo tudo pela Teve Roberto Carlos, como vai você E sua querida amada amante Jesus Cristo eu estou aqui Músicas que sempre ouvi Jovem guarda que me embalou Retiro tudo da gaveta Eu sou do tempo da lambreta De tudo só a saudade restou! Escrito as 21:53 hrs., de 05/06/2017 por Nelson Ricardo

O ANJO DOS DESEJOS


Voltando as atividades Dentro das normalidades Pedindo músicas pra Rússia Coisa que não conheço Mas vou ouvir com apreço E apelando para a astúcia Da boa e velha inspiração Se é que trouce por vocação Aquele de fazer poemas De sacudir as tamancas Para bem de agradar as brancas E também as mulheres morenas Imaginando um salão cheio delas Todas frutinhas doces e belas Pouca roupa e bastante desejos Seria na noite num mar de mulheres Jantar pra mais de mil talheres E eu o anjo dos provocantes desejos! Escrito as 16:32 hrs., de 05/06/2017 por Nelson Ricardo

A MORENA DE PUERTO RICO


Ao embalo de macarena Eu desdobro uma morena Nascida em Puerto Rico Com aquela saia bem curta O instinto de macho me furta E maluco sensual eu fico E dê-le baile do macarena E vai surgindo um poema Que acho que vai dar bom E a morena perfumada Boquinha linda pintada Deixou manchas de batom No colarinho da camisa Mas o frescor belo da brisa Ao sairmos ao clarear do dia E ao embalo de lá bamba Que virou festival de samba Melhor noitada não podia! Escrito as 14:27 hrs., de 05/06/2017 por Nelson Ricardo

A MÚSICA NA VITROLA


Que música, Deus do céu É de tirar o chapéu Música lá dos anos oitenta Lá onde o vento faz a curva E depois nos manda chuva Que a água no mundo sustenta Um bom chazinho de carqueja Enquanto o poeta maneja As teclas do computador Na fabricação da poesia Isso era tudo que eu queria Falar bem do meu amor Que está fazendo as unhas da mão Deixa que role a canção Do grupo pholhas na vitrola Com poemas e outras mumunhas Mulher apura com essas unhas Dá logo uns beijos e não me amola! Escrito as 10:57 hrs., de 05/06/2017 por Nelson Ricardo

domingo, 4 de junho de 2017

ÍNDIA PASSARINHO


Andava eu pela estrada Uma coisa toda empoeirada Oriunda do pó da terra Eu levava uma mochila nas costas O caminho seguia pelas encostas Palmilhando o sopé da serra Encontrei a índia passarinho A qual mais parecia um bichinho Que levou-me a conhecer seu lar Uma oca nas entranhas da mata A sua história ela pra mim relata E então que começa a chorar Uma índia por de mais bonitinha A futura e amada rainha Filha do índio Serafim Portela Hoje ela que cuida do meu lar Pra selva não quer mais voltar É minha amada índia cor de canela! Escrito as 15:23 hrs., de 04;06/2017 por Nelson Ricardo

NO RETIRO DO ABANDONO


Sinto-me bastante cansado E com o dever não terminado Preciso de coragem no rosto Pra poder continuar a vida Sempre procurando uma saída Pra me sentir mais disposto Hoje é domingo enchuvarado Eu encontro-me aqui sentado Quase que sem fazer nada No retiro do abandono Perdi muitas horas de sono Na solidão da madrugada Que Deus me ajude a vencer As forças minhas refazer Pra que eu viva enquanto puder Salve, salve a minha solidão Estou ouvindo um toque de violão Que vem de algum lugar qualquer! Escrito as 11:52 hrs., de 04/06/2017 por Nelson Ricardo

DOMINGO DE CHUVARADA


Eu só converso poetando Estou agora observando Uma manhã quieta e sem vento Como não deu pra ir à igreja Eu espero que esteja Ainda que em tempo A inspiração afiada No domingo de chuvarada Decidido em um segundo De tomar a liberdade Fazendo versos pra humanidade Tudo dedicado ao mundo Daquilo que sempre fiz A coisa que me faz feliz Que tanto prazer que me traz Dentro da serenidade Isso é ter felicidade Num domingo cheio de paz! Escrito as 09:28 hrs., de 04/06/2017 por Nelson Ricardo

sábado, 3 de junho de 2017

TUDO POR CONTA DO AMOR


Saiu a pipoca do forno O jogo estava meio morno Mais agora explode em chamas Juventus e Real Madri Então estou por aqui Vendo a bola que rola nas gramas E a pipoca quase queimou A chuva cá na cidade parou Porem o frio não aponta Quê pobreza de inspiração Na falta de amor e paixão Tem preguiça pra mais da conta Comendo pipoca queimada Notícias da minha namorada Chega antes do sol se por Meu subconsciente me diz Que hoje tem final feliz Tudo por conta do amor! Escrito as 16:47 hrs., de 03/06/2017 por Nelson Ricardo

UMA MÚSICA RELAXANTE


Uma música relaxante Pássaros cantando distante Eu me sento pra descansar Chorar as lágrimas sentidas Por tantas lutas perdidas E eu tenho que me acalmar Pensando no meu amor Que por ela sinto tanta dor Ela foi pra não mais voltar E o nosso amor de criança Ainda resta a esperança De um dia nos encontrar Nossos passeios por jardins Meigos beijos sem fins Que um dia tudo acabou Dos anos de felicidade Porem hoje só a saudade A única coisa que restou! Escrito as 10:53 hrs., de 03/06/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A ALAVANCA DA VIDA


Puxando a alavanca da vida Ligo a chave e dou partida No meu carro que tem asas Quero visitar outros mundos Em meados de segundos Chegarei em outras casas Nas galáxias do universo Pra destilar o meu verso Doce como bala de menta Que fala de coisa à toa Não existe vida mais boa Loucuras que a alma inventa Vou retirar o meu chapéu Passando no portão do céu Na rota da plena liberdade Essa é uma nova saída Para outro patamar da vida Onde mora a plena felicidade! Escrito as 14:03 hrs., de 01/06/2017 por Nelson Ricardo

BALADA DA SOLIDÃO


Quinta feira desce água Pra lavar a minha mágoa Esvaziando meu peito Balada da solidão Que vem do violão No enredo perfeito Deixa que chova E a natureza que se mova. A voz de Agostinho Lara Encravado na memória A balada triste da história Verdadeira jóia rara Lembro daquela que não mais me ama Nem me escuta e nem me chama Se fazendo que não existe Choro as mágoas da solidão Ainda a amo de paixão Coração birrento persiste! Escrito as 09:55 hrs., de 01/06/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 31 de maio de 2017

DEZESSETE E CINQUENTA E UM


Dezessete e cinqüenta e um Sem problema nenhum É tanta chuva que cai Sem trovoadas, coisa mansa Quando a inspiração alcança E então a poesia sai Falando de tantos poemas Das paixões e das falenas Cabeças e idéias mundanas Nos arrabaldes da cidade Ai meu Deus quanta saudade Lembro do fogo das chamas Que nunca se apagaram Almas que se embriagaram Então volto a realidade Quando olho pelo espelho E vejo a dama de vermelho Ainda choro de saudade! Escrito as 18:06 hrs., de 31/05/2017 por Nelson Ricardo

O SOL DA MINHA VIDA


Eu sinto que está chovendo E lindos barcos de movendo Sobre o balanço do mar O meu, movido a motor Chama-se o barco do amor Vivo sempre a navegar Em busca da grande verdade O paraíso da felicidade Onde o sol é energia positiva E eu me sento no banco da praça Com a doce menina que tem graça E o nosso amor tem energia viva Quando pitangas nos caiem no colo E nós dois rolamos ao solo Como se a grama fosse um lençol A menina que falo mora em marte E ela é uma peça de arte Batizada pelo nome de sol! Escrito as 15:33 hrs., de 31/05/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 30 de maio de 2017

BIRRENTA


Por favor não me critique Se estiver brava que fique Que eu sigo o meu caminho Já que me negas teus beijos Quase morro de desejos Que você só faz beicinhos E alegas dor de cabeça Por incrível que pareça Te amo cada vez mais Se te viras pro outro lado Fico doido de apaixonado Levanto e fujo pro cais Lá onde te encontrei Pro nosso ninho te levei Ouço tua voz quanto me chamas Me chamando de benzinho Tu me negas teu carinho Mas depois diz que me amas! Escrito as 15:18 hrs., de 30/05/2017 por Nelson Ricardo

UM SONHO


Se estou no mundo a pensar De um lado a outro vagar Sendo arrastado pelo tempo Enferrujando a cada dia que passa Então, gozemos a vida com graça Sempre aproveitando o vento Na geração de energia Saúde, paz e alegria O resto se corre a traz Felicidade é o que interessa E viver é bom a bessa Enquanto a vida não se desfaz É a isso que me proponho Quero realizar um sonho De me tornar um cantador Pra cantar a moça da esquina Belo exemplar de menina Que nasceu pra ser meu amor! Escrito as 11:10 hrs., de 30/05/2017 por Nelson Ricardo

O AROMA DO MUNDO


Vamo que vamo poetizar Será que o sol vai clarear São nove e quarenta e nove Tem nuvens negra por perto Aí eu penso que por certo Que hoje ainda o tempo chove E é sapo pra todo o lado Eu vejo tudo molhado A mata virgem floresce E o passarinho se encanta Amanha a água se levanta Afinal a gente merece Estamos respirando fundo Sentindo o aroma do mundo Que brota do caule da flor Se chover deixa que chova Abra um sorriso e promova A essência pura do amor! Escrito as 10:01 hrs., de 30/05/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 29 de maio de 2017

AQUELE DECOTE


Nove mais nove são dezoito Chá de amora com biscoito Ou com torta de avelã Bota o recheio por cima Camada por camada fina De limão ou de maçã Limão com pimenta arde São quatro e meia da tarde Cheguei lá do sacolão Vim derretido e apaixonado E todo entusiasmado Pela moça do balcão A quem fiz o pagamento Aquele olhar de sentimento Que a cabrocha me botou Não tem em lugar qualquer Gamei naquela mulher Pelo decote que ela me mostrou! Escrito as 16:52 hrs., de 29/05/2017 por Nelson Ricardo