segunda-feira, 29 de maio de 2017

AQUELE DECOTE


Nove mais nove são dezoito Chá de amora com biscoito Ou com torta de avelã Bota o recheio por cima Camada por camada fina De limão ou de maçã Limão com pimenta arde São quatro e meia da tarde Cheguei lá do sacolão Vim derretido e apaixonado E todo entusiasmado Pela moça do balcão A quem fiz o pagamento Aquele olhar de sentimento Que a cabrocha me botou Não tem em lugar qualquer Gamei naquela mulher Pelo decote que ela me mostrou! Escrito as 16:52 hrs., de 29/05/2017 por Nelson Ricardo

NAS NUVENS DO PENSAMENTO


Se eu flutuasse pelo ar Te levaria pra namorar Nas nuvens do pensamento E é isso que vou fazer Passarei aí pra te trazer Ao meu próximo seguimento De seguir pra não voltar E aí quero invernar Por ilhas universais Tomarmos banhos de chuvisca Vai que o coração se arrisca E eu tempero a água com sais Já passo aí pra te beijar Que eu sei que vou te ensinar Andar nas nuvens de algodão Querida amada dos deuses Amaremos pra mais de meses Num casulo de amor e paixão! Escrito as 13:59 hrs., de 29/05/2017 por Nelson Ricardo

A DOÇURA DO FRUTO


Agora então eu já cheguei Puxei uma cadeira e sentei E liguei o meu computador E já estou computando Um poema digitando Num dia chuvoso sem cor Vejo o sol já se abrindo A natureza inteira florindo Esse é o mundo feito por Deus Estou num silencio absoluto Saboreando do próprio fruto E escrevendo os pensamentos meus Que inclui alegria e paz na natureza Seja na condição de pobreza Porem rico de coração Pensamentos vão pro ar Expressando o colorido da flor Pois é nela que tenho amor Ao luar de uma grande paixão! Escrito as 10:19 hrs., de 29/05/2017 por Nelson Ricardo

domingo, 28 de maio de 2017

A ESPADA FLAMEJANTE


Vou escrever uma poesia Não sei se era isso que eu queria Mas agora já sei que eu quero Tantas coisas se passaram Os passarinhos todos voaram No tempo que considero Que a espada flamejante Na mão do guerreiro Dante Brilhava feito faísca Era um filme de outra era Que se passou na primavera Mas a ponta de uma espada risca Que faz o tempo responder O sorriso nos lábios nasceu Depois de uma sena de ciúme Eu fico todo enciumado Pela morena de nariz empinado Que me embriago com seu perfume! Escrito as 16:29 hrs., de 28/05/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 23 de maio de 2017

TROPEADAS DA SAUDADE


Nas minhas viagens a cavalo Até hoje eu sempre falo Foram tropeadas da saudade Saindo lá da fronteira Sem um tostão na gibeira Sempre em busca da felicidade Acampamentos do gaudério Trabalho honesto e sério Sempre rondando o gado Geralmente bichos de corte A gente contava com a sorte Até chegar do outro lado Deste país de meu Deus Eu levava os sonhos meus Na mala em baixo dos pelegos Na volta pensando em casar Para o tal de amor compartilhar Com a amada nos aconchegos! Escrito as 07:27 hrs., de 23/05/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 22 de maio de 2017

SORRISO DE AMARGURA

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Sorriso no rosto, querida Na bela manhã colorida Dos jardins da solidão Onde eu ando todo o dia Sorriso intenso de alegria O peito queima de paixão Pela música da saudade Com eco na eternidade Porque é pra lá que eu vou Meu caminhar na alameda Para cessar a labareda Que minha alma já queimou O presente me pisoteia Porque na hora da ceia Uma sopa estava quente E minha língua eu queimei A morena por quem chorei Me chamou de indecente! Escrito as 10:05 hrs., de 22/05/2017 por Nelson Ricardo

domingo, 21 de maio de 2017

O GERME DO AMOR


Vou estender as mãos ao céu Cabeça ao sol e sem chapéu Lá vou eu na alta montanha Gritando, viva a humanidade Em busca da plena liberdade Quem sabe se a minha façanha Não atinge os píncaros da glória Pra que se guarde na memória O feito realizado por mim Um ser mortal e pecador Que semeia o germe do amor Como se fosse um imenso jardim Com as batidas de um coração Ao ouvido os acordes da canção Que na letra fala de poesia Porque se o ódio ainda não morreu Foi porque o bom senso esqueceu E sem amor é tudo utopia! Escrito as 15:16 hrs., de 21/05/2017 por Nelson Ricardo

DIA DE CHUVAS


Um mundo velho de cores Com a Terra inundada em flores Neste dia inóspito em chuvas Muito bom para a vegetação Isso são coisas da estação Onde começam brotar as uvas E os sonhos de quem nasceu E ao longo dos tempos percebeu Que o mundo é feito de felicidades Até o papagaio pensa e fala E a humanidade inteira exala Que brotem das raízes das liberdades Num mundo cheio de cor Que leva ao caminho do amor E a coisa fica melhor Já pensou se não existisse vida Porque sem saída Tudo seria pior! Escrito as 09:44 hrs., de 21/05/2017 por Nelson Ricardo

sábado, 20 de maio de 2017

AS MULATAS DA COCHINCHINA


Só no som da parada Sábado de tarde nublada Pode ter chuva no pedaço Na sesta o sono não veio O tempo está um pouco feio Eu vou deixar este espaço E embarcar no trem da loucura Aquele onde a amargura Não tem voz e nem vez Com passagem antecipada Pra desembarcar em outra parada Com retorno no fim do mês Agora desta vez de avião É um que tem um rabo de pavão Decolando da Cochinchina Que é a terra da cor morena Das mulatas feito poema Lá da ilha onde dorme a cafetina! Escrito as 16:00 horas em ponto de 20/05/2017 por Nelson Ricardo

NA CHOUPANA DA VIRGEM MATA


Voa passarinho voa Por sobre minha canoa De noestro mundo redondo Pelos rios das cavernas Das histórias que são eternas Letras no papel estou pondo Para escrever nas ilusões Nos mundos de civilizações Ao comer o pão dos trigais Ao leite de grossa nata Na choupana da virgem mata Com abundante água nos canais Estou escrevendo por escrever Sei lá eu se vai chover Já estou atracando a canoa No porto da doce amada Pensando nos beijos da namorada E na canção do amor que ela entoa! Escrito as 11:26 hrs., de 20/05/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O GATO PRINCIPAL


Pra dizer que não escrevo nada Quando a bagunça ta formada Vou sim escrever mais um poema Sobre a situação atual Onde o presidente nacional Que fazia parte do esquema Agora ta todo enrolado Talvez deva ser caçado Ou então que peça renúncia Ele é apenas mais um gato Que faz parte da lava jato E agora explodiu a denúncia A coisa ta feia meu irmão Ta sobrando ladrão Na política brasileira Esvaziaram o cofre Então o povo é que sofre Na pobre nação brasileira! Escrito as 14:44 hrs., de 18/05/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 17 de maio de 2017

UMA MÚSICA QUE TOCA


Uma música que penetra E na direção mais reta Nas profundezas do peito Que traz de volta o passado Nostalgia num coração apaixonado Que emociona e não tem jeito É o que estou fazendo agora Porque o coração implora E quer mergulhar na saudade No ne possible não chorar Vós feminina a cantar Lagrimas da pura realidade Do passado que não volta Garganta sufoca e não solta Aquele grito agudo de dor Dio como ti amo Ingrata morena eu te chamo Preciso tanto do teu amor! Escrito as 17:23 hrs., de 17/05/2017 por Nelson Ricardo

AS LETRAS QUE ESCREVEM PALAVRAS DE AMOR


Vou selecionar um tema Pra criação de mais um poema Que floresça aos olhos do mundo Farei uma viajem imaginária Pela via planetária Em menos de um segundo O louco meu, como assim? Pois sinta inveja de mim E vamos embarcar nessa nave E atravessar camadas e camadas E atenção meus camaradas Eu tenho comigo a chave Que abre as portas do universo Onde colocarei lá o meu verso E que seja do jeito que for Coisas que tirei das gavetas E saí semeando as letras Que escrevem palavras de amor! Escrito as 15:45 hrs., de 17/05/2017 por Nelson Ricardo

BANDEJAS DE ILUSÃO


Sei lá se no Timor Leste Tem alguém que se veste Com nuvens de algodão Que são mulheres prendadas E que a beira das estradas Vendem bandejas de ilusão Por amor e felicidade Eu sinto saudade De coisas que tenham preço Pensamentos em um segundo Eu queria comprar o mundo Mas não sei se mereço Porque custa muito caro E por ser objeto raro Fico assistindo a distância E o meu dinheiro é pouco Fecho meu instinto de louco E volto pra minha insignificância! Escrito as 10:29 hrs., de 17/05/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 16 de maio de 2017

ENTÃO A VIDA PASSA


Então a vida passa Por isso estou na praça Aqui num banco sentado Bem no centro da cidade Mas quê felicidade! Recordando o meu passado Dentro de um litro de pinga O povo inteiro me xinga Me chamando de borracho E o vira lata que late Vem a polícia e me bate Eu corro e escapo por baixo Pra me esconder na latrina Quando a justiça divina Me manda pedir perdão E eu volto pra favela Sentindo que a vida é bela E assim escapo da prisão! Escrito as 09:48 hrs., de 16/05/2017 por Nelson Ricardo

segunda-feira, 15 de maio de 2017

EU NÃO SEI SE DANÇO AGORA


Eu não sei se danço agora Acabo de chegar lá de fora E bastante cansado estou Muitas coisas se passaram As folhas de outono secaram E o que era verde murchou E eu acho que murchei junto Trago pra você o mesmo assunto Que é o lero lero do amor Outra coisa não sei falar De que não seja o verbo amar Está o meu coração a impor Dizendo que ele é quem manda Recado curto pra Fernanda Falando que minha amada é ela Mas aceitando a condição De que na voz do coração Também se inclui a Manoela! Escrito as 17:39 hrs., de 15/05/2017 por Nelson Ricardo

TEXTOS DO CORAÇÃO


Eu sei que lá me vou Depois que o dia clareou E as estrelas foram dormir Eu saí a caçar gafanhotos Mas acabei colhendo brotos Pra plantar e colher porvir As lembranças com saudade Daquela felicidade Que rodeava o meu viver Do dia que fazia tempo feio Mesmo assim ela veio Queria me conhecer E nos conhecemos juntos Desde então nossos assuntos Foram textos do coração Pronunciado no torpor E disso nasceu o amor E uma inconfundível paixão! Escrito as 10:33 hrs., de 15/05/2017 por Nelson Ricardo

O AMARELO DOS GIRASSÓIS


Será o amarelo dos girassóis Ou o metal torto dos anzóis Que encanta minha vida? Ou serei sempre um bobo alegre E por favor não me negue A manhã orvalhada e colorida Então vamos colher flores Na volta sentir os sabores Das tigelas cheias de frutas Depois agradecer ajoelhados Por sermos eternos apaixonados Beijaremos santos nas grutas Na volta olharemos o grande mar De mãos dadas a passear Você é pura e me fascina Agradeço de coração a Deus Por tê-la nos braços meus Num amor que nunca termina! Escrito as 08:59 hrs., de 15/05/2017 por Nelson Ricardo

sexta-feira, 12 de maio de 2017

PALPITEIRO


Em fim encontro-me com a escrita Porque o meu coração palpita Uma vez que sou o bom palpiteiro E de noite eu palpito bastante E é por isso que eu sigo avante Quero percorrer o mundo inteiro Nas asas de um passarinho Que pode ser um canarinho Ou um bicho qualquer Aquela pombinha pequena Que muito parece um poema Pássaro em forma de mulher Passarinho que não tem asas Mas que habita as casas E também o meu apartamento Passarinho que não tem gaiola Mas que gosta do tocar de viola Alguém que toca meu sentimento! Escrito as 19:54 hrs., de 12/05/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 11 de maio de 2017

BEBENDO ÁGUA DE COCO


Não tenho escrito quase Estou passando por uma faze Dessas que não quer nada com nada Fico olhando para o mar Vendo assim o tempo passar A tarde é linda e ensolarada Bebendo água de coco Deito pra descansar um pouco Sobre os cristais da areia Uma morena linda que passa Encantadora e cheia de graça Até parece uma sereia Corpo bronzeado natural Reserva que sobrou do natal É água fresca de sanga rasa E eu que não sou besta Levei-a dentro de uma sesta E agora ela que manda lá em casa! Escrito as 15:58 hrs., de 11/05/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

FLOR DE CARVALHO


O calor que eu sinto agora Quentura fora de hora É uma singular sensação Te peguei de cima do solo Agora te sinto no colo Pulsa forte o meu coração És uma flor de carvalho Que apanho na ponta do galho Para enfeitar teu cabelo Uma flor para outra flor Peço a tua mão em amor Esse é meu singelo apelo Tenho minhas noites frias Na escuridão das agonias E a solidão é sempre sofrida Te quero ao luar da madrugada Pra sempre minha eterna amada O verdadeiro sentido da vida! Escrito as 17:43 hrs., de 10/05/2017 por Nelson Ricardo

OS TRÊS AMIGOS


Pode latir pode chorar Eu seguirei a caminhar Por essa estrada florida Com meu cãozinho do lado Vira lata desvairado Que faz parte de minha vida Puxo te preso na guia Mas também o gato que mia Levo um de cada lado As vezes me sento ao solo E ponho os bichinhos no colo O bicho cão refestelado E o gatinho dengoso No meu destino espinhoso Sou de um planeta qualquer Sei lá se é Terra ou Marte Eu ando por toda a parte Pra encontrar-te se puder! Escrito as 14:36 hrs., de 10/05/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 9 de maio de 2017

A SEGUNDA PELE


Eu vou tocando em frente De um jeito muito decente Seguindo as trilhas da mata E nesse momento que me acanho Vi alguém tomando banho No tombo d’água da cascata Que coisa linda que coisa boa Fiquei pasmo e sorrindo a toa Estava armando minha rede E aquela coisa fantástica A mais linda beleza plástica Foi aí que fiquei com sede Então mergulhei naquele corpo E me aqueci nos poros do conforto Da índia que por ali nadava Se for por acaso milagre que se revele Hoje eu visto a segunda pele A da índia que por ali nadava! Escrito as 16:06 hrs., de 09/05/2017 por Nelson Ricardo

sábado, 6 de maio de 2017

VOSSA EXCELÊNCIA O BURRO


Talvez eu seja meio louco Vou agora pensar um pouco Porque burro também pensa Existe burro que é formado Engenheiro ou advogado Tudo depende da crença Que cada um tem consigo Nesse pensamento eu prossigo Enaltecendo o senhor burro Minha distinta platéia Eu uso muito a minha idéia Mas levei muito murro Dessa vida complicada Eu tenho uma namorada Que com ela me dou bem As vezes meu anjo me diz Que eu nasci pra ser feliz Eu e ela não tem pra ninguém! Escrito as 10:10 hrs., de 06/05/2017 por Nelson Ricardo

sexta-feira, 5 de maio de 2017

E AGORA?


Voltando assim pra valer No sentido de escolher Qual será o melhor caminho Na direção do destino Tenho espírito de menino E vou seguindo sozinho No paço largo do condor Para encontrar com meu amor Bem lá no canto da mata Ela é quase uma índia Considero por demais de linda Toma banho na cascata E lá eu estive com ela Nunca vi coisa mais bela Coração acelera na hora E bate descompassado Tenho já tudo bem planejado Mas eu pergunto, e agora? Escrito as 16:19 hrs., de 05/05/2017 por Nelson Ricardo

O CAULE DA FLOR


Criando sob a luz do dia Sem zoeira ou agonia É assim que a coisa vai Temos um sol bem quente Mas que de repente Escurece e a chuva cai E irriga o caule da flor É do coração que nasce o amor Mas cuidado com a desilusão Pronta para atacar por traz Como a tal da inveja que faz Brotar lagrimas do coração Vento forte ou vento fraco Muitas vezes traz um naco De um bom aviso divino Dizendo pra tu tomar jeito E aceitar dentro do peito Tudo o que manda o destino! Escrito as 08:49 hrs., de 05/05/2017 por Nelson Ricardo

quinta-feira, 4 de maio de 2017

NA ILHA DO CONDOR


No silencio e na paz Sinto eu que sou capaz De falar de minha intenção No pleno mergulho fundo No mar da alma do mundo Embriagado na ilusão O sétimo sentido aflora Sem o conhecimento da hora Mergulhando alem dos tempos Um dia eu volto às areias Agora estou cercado de sereia No fundo do mar não tem ventos Mesmo na saudade, me deixe Que eu agora virei um peixe O peixe da doce paixão Me recompus na ilha do condor Onde conheci o amor Pois sereia também tem coração! Escrito as 16:24 hrs., de 04/05/2017 por Nelson Ricardo

PEDAÇOS DE AMOR


E quem disse que eu não volto É no mar de letras que me solto Queria me jogar numa piscina Cheia de bolinhas de letras Hoje saí de dentro das gavetas Com as ideias soltas e finas Para escrever pedaço de amor Aliviando o peito de qualquer dor Porque eu quero amar por de mais Que os anjos da felicidade Ascendam as velas da eternidade Podemos dar brilho nos cristais E então servir o champanhe Espero que ninguém se acanhe Hoje o bicho vai pegar Ajeito o colarinho e a gola E boto um disco na vitrola Que a festa vai começar! Escrito as 10:13 hrs., de 04/~05/2017 por Nelson Ricardo

quarta-feira, 3 de maio de 2017

NA CHAMA QUENTE DO AMOR


Ai que caloraço cruz credo Nos entremeios me enredo E me perco pelo caminho Para encontrar a verdade E o reino da liberdade Tenho andado muito sozinho Pelas estalagens do mundo Tive que atravessar um rio fundo E nas profundezas me perdi Mas, fui salvo por uma sereia E agora meu corpo incendeia Porque a temperatura subiu Já estou com saudade do frio Pra me aquecer no cobertor E na chama quente do amor Nos braços de minha sereia! Escrito as 17:14 hrs., de 03/05/2017 por Nelson Ricardo

terça-feira, 2 de maio de 2017

GOTAS DE CRISTAIS


O outono me provoca porque não Tirou-me a saudade do verão Anunciando que o inverno vai ser forte Os edredons saindo fora do armário Tudo isso vou registrando no meu diário E por mais que alguém não se importe Eu queria dormir numa redoma Ainda não recebi meu diploma De seresteiro das águas de cristais Minhas seresta são no clamor da madrugada Na cor de prata da lua iluminada Que aplacou no amor dos meus pais E por isso eu nasci virado pra lua Sendo o dono da praça e da rua Escrevendo no meu dever de poeta Mostrando tudo que já escrevi Se foi nesse mundo que eu nasci Me sinto como se fosse um profeta! Escrito as 12:19 hrs., de 02/05/2017 por Nelson Ricardo